Encontro em Brasília reforça apoio à causa animal e discute recursos para projetos nacionais

Em agenda realizada nesta terça-feira (28), no Senado Federal, o presidente do Instituto Nacional da Causa Animal, Luciano Resende Mello, reuniu-se com o senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República pelo PL. O encontro teve como foco principal o fortalecimento de políticas públicas voltadas à proteção e bem-estar animal no Brasil.

Durante a reunião, foram debatidas estratégias para ampliar o alcance das ações da entidade, com destaque para a destinação de recursos que permitam a continuidade e expansão dos projetos já em andamento. Entre as prioridades apresentadas está a aquisição de um castramóvel, unidade móvel equipada para realizar castrações, e a compra de ração para suprir a crescente demanda de abrigos e protetores independentes.

Luciano Resende Mello destacou a urgência do tema e a importância do apoio institucional. “A causa animal precisa ser tratada como uma questão de saúde pública e também de responsabilidade social. A castração é essencial para o controle populacional e para evitar o sofrimento de milhares de animais abandonados. Sem recursos, não conseguimos avançar na velocidade que o problema exige”, afirmou.

O presidente do instituto também chamou atenção para a situação dos abrigos em todo o país. “Hoje, muitos abrigos enfrentam dificuldades extremas para manter a alimentação básica dos animais. A falta de ração é uma realidade constante, e isso impacta diretamente na qualidade de vida desses animais que já foram vítimas de abandono ou maus-tratos”, completou.

O senador Flávio Bolsonaro ouviu as demandas apresentadas e reconheceu a relevância do trabalho desenvolvido pela entidade. Segundo ele, iniciativas como as do Instituto Nacional da Causa Animal são fundamentais para apoiar políticas públicas e ampliar o alcance das ações governamentais.

O encontro reforça a articulação entre sociedade civil e poder público em torno da causa animal, que vem ganhando cada vez mais espaço no debate nacional, especialmente diante do aumento significativo de animais em situação de abandono e da sobrecarga enfrentada por abrigos e protetores.

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