
A mais recente pesquisa BTG/Nexus sobre a corrida presidencial de 2026, realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, com 2.002 eleitores em todo o país, aponta um cenário de fortalecimento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento mostra que o candidato liberal foi o que mais cresceu entre os principais concorrentes, reduzindo significativamente a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e consolidando uma disputa cada vez mais equilibrada.
No principal cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro alcança 37%. Em relação à pesquisa anterior, Lula oscilou de 42% para 41%, enquanto Flávio avançou de 33% para 37%, crescimento de quatro pontos percentuais, reduzindo a diferença entre ambos para apenas quatro pontos, dentro da margem de erro.
O avanço também é confirmado na simulação de segundo turno, que aponta Lula com 46% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 45%, configurando empate técnico, já que a diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos. Na rodada anterior da pesquisa, Lula registrava 47%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 44%. Com isso, o presidente recuou um ponto e o senador do PL avançou um ponto, diminuindo ainda mais a distância entre os dois candidatos.
Os números demonstram uma tendência de crescimento consistente da candidatura de Flávio Bolsonaro, que passa a disputar a liderança em condições de equilíbrio tanto no primeiro quanto no segundo turno. Analistas avaliam que o desempenho reflete a consolidação do eleitorado conservador e amplia a competitividade da candidatura do Partido Liberal na disputa pelo Palácio do Planalto.
A pesquisa BTG/Nexus reforça que a eleição presidencial de 2026 deverá ser uma das mais disputadas das últimas décadas, com um cenário de forte polarização e equilíbrio entre os dois principais candidatos.
A pesquisa BTG/Nexus foi realizada entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2026, ouvindo 2.002 eleitores com 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.





